Segurança

Saiba quais são os 5 ataques hackers mais comuns

Especialista em cibersegurança destaca os tipos de ciberataques mais utilizados por criminosos para roubo ou vazamento de dados

Os ataques cibernéticos estão se tornando cada vez mais comuns, sendo uma oportunidade para criminosos realizarem golpes ou fraudes em pessoas e empresas. Navegar pelo ambiente virtual exige atenção já que esse meio pode esconder armadilhas. Para contribuir na identificação de ameaças, o Instituto DARYUS de Ensino Superior Paulista – IDESP, escola de negócios referência em continuidade de negócios e cibersegurança, listou quais são os tipos de ataques mais comuns que podem causar vazamentos de dados sensíveis ou roubos de informações para a aplicação de golpes digitais e Phishing, Ransonware e Malware estão entre eles.

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De acordo com dados da Fortinet, no ano passado, o Brasil teve mais de 88,5 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos. Já o relatório "Fast Facts", da Trend Micro, destacou que o Brasil é o quarto país no mundo com mais ataques transmitidos por e-mail, sendo pouco mais de 9 bilhões registrados no início de 2022.

Segundo o coordenador e professor da pós-graduação em Cyber Threat Intelligence no IDESP, Thiago Bordini, as ameaças no ambiente digital são uma preocupação constante, por isso, além de conhecer os principais ataques utilizados nesse meio, é importante também investir na segurança. "Para minimizar os riscos de um ataque cibernético é recomendado manter uma atualização constante de computadores, programas e softwares. O antivírus pode ser um aliado na detecção e defesa das ameaças, mas o cuidado com as informações pessoais na internet deve ser redobrado", ressalta.

Confira os 5 ataques cibernéticos mais comuns e saiba como se proteger:

Phishing

Sendo uma palavra derivada do inglês (fishing), o phishing funciona como uma pescaria em que os criminosos jogam uma rede para uma lista grande de contatos com informações interessantes para roubar os dados das vítimas. Nesse ataque, eles podem se disfarçar de serviços da Web ou bancos, por exemplo. Com a coleta de dados bancários e de cartões de crédito, são realizadas fraudes e após a ação, os cibercriminosos apagam todos os vestígios para não serem encontrados. "O ideal é nunca abrir e-mails de remetentes desconhecidos, não clicar em links integrados e desconfiar de URLs incorretas", recomenda Bordini.

Ransomware

É um código malicioso que restringe o acesso ao sistema infectado, no caso o computador, tornando os dados e as informações inacessíveis. Os hackers utilizam essa ferramenta para forçar a vítima a pagar um resgate em criptomoedas (bitcoins), para então devolver o acesso aos dados. Caso o pagamento não seja feito, a vítima corre o risco de ter os dados perdidos ou vazados.

Malware

É um software malicioso que pode ser apresentado de diversas formas. São conhecidos popularmente por vírus e podem causar sérios danos a um computador ou uma rede corporativa. Entre os malwares, estão os ransomwares, citado anteriormente, spyware que rouba os dados das vítimas, cavalos de troia que colocam malware no computador, entre outros.

Spam

São mensagens não solicitadas que ficam disponíveis na caixa de entrada do e-mail. Elas são utilizadas como uma tática para a aplicação de golpes ou fraudes, já que algumas delas podem incluir links ou documentos anexos com código malicioso. Ao clicar, o computador pode ser hackeado. É recomendado não baixar arquivos em spam, não fornecer informações pessoais em sites suspeitos, além de ter cuidado ao compartilhar o endereço de e-mail.

Botnet

É uma rede de computadores infectados que podem ser controlados remotamente por hackers. Por meio disso, é possível fazer o envio de spams, roubo de dados e executar ataques DDoS (conhecido como ataque de negação de serviço distribuído, ele sobrecarrega a máquina enviando diversas solicitações ao mesmo tempo, impedindo o funcionamento correto do computador). Para minimizar um ataque botnet, o especialista destaca que é importante manter um antivírus atualizado, não clicar em anúncios suspeitos e desconfiar de e-mails falsos que podem conter algum arquivo infectado.

Se interessa pela área de inteligência de ameaças cibernéticas e gostaria de aprender como antecipar ameaças? Conheça a pós-graduação de Cyber Threat Intelligence do IDESP: https://dary.us/3oOYbYr 

*Imagem: Divulgação


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